Bolívia e Venezuela são os únicos clubes que jamais tiveram finalista de Libertadores. Clubes venezuelanos já chegaram a disputar quartas-de-final e, em outros tempos, triangulares. Os mais conhecidos são Caracas e Táchira.

O Monagas, um dos 3 adversários do Grêmio na fase de grupos da edição 2018, é um, quase, desconhecido, no futebol sul-americano. Já que nosso negócio é número, aí vão 10 sobre o clube, em forma de curiosidade.

vez que participa da Libertadores.

torneio internacional que o clube disputa. Antes, participou de 3 Sul-Americanas: 2002 (eliminado pelo San Lorenzo, na 2ª fase), 2003 e 2012 (duas eliminações na 1ª fase).

6 derrotas seguidas o clube soma em competições internacionais, todas pela Sul-Americana: duas em 2002, duas em 2003 e duas em 2012. São 6 derrotas em 8 jogos na competição.

24 gols sofridos em 23 jogos na conquista do Torneio Apertura da Venezuela em 2017, título que garantiu a vaga à Libertadores 2018. Marcou 36 gols.

40 anos de idade tem o venezuelano Johnny Ferreira, técnico do Monagas desde maio de 2016. Treinou, antes, o Carabobo.

1987 é o ano de fundação do clube. Quando o Monagas foi criado, o Grêmio já era campeão brasileiro, da Libertadores e do Mundo.

51.796 torcedores é a capacidade do Estádio Monumental de Maturín, que será utilizado pelo Monagas na Libertadores. Trata-se do maior estádio da Venezuela.

2007 é o ano de inauguração do estádio, utilizado na Copa América daquele ano. O local recebeu 3 jogos pela competição, dentre eles, Brasil 3×0 Chile, pela 1ª fase.

85 milhões de dólares é o custo oficial do estádio, administrado pelo governo do estado de Monagas.

822 mil pessoas é a população estimada da região metropolitana de Maturín, cidade que á capital do estado de Monagas. É o 8º município mais populoso da Venezuela.

Imagem: Divulgação

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